Condições gerais de acesso
Titulares de grau de licenciado ou equivalente, por instituição nacional ou estrangeira, ou detentores de um currículo escolar que seja considerado equivalente a um 1º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha.
Formação na área adequada (ver regras específicas de cada mestrado)
Regime diurno
Período de candidaturas (*):
|
1ª fase
|
candidaturas:
|
18 de Junho a 6 de Julho de 2007
|
| |
seriação:
|
9 a 18 de Julho de 2007
|
| |
inscrição:
|
23 de Julho a 4 de Agosto de 2007
|
| |
|
|
|
2ª fase:
|
candidaturas:
|
27 de Agosto a 8 de Setembro 2007
|
| |
seriação:
|
10 a 19 de Setembro de 2007
|
| |
inscrição:
|
20 a 28 de Setembro de 2007
|
Candidatura
CANDIDATURA A MESTRADO
A candidatura a curso de mestrado deverá ser feita no Gabinete de Pós-Graduação desta Faculdade ou enviada por correio para:
Gabinete de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto,
Praça Gomes Teixeira
4099-002 Porto
Para a instrução do processo de candidatura são necessários os seguintes documentos:
§ Requerimento dirigido ao Presidente do Conselho Científico
solicitando a aceitação da candidatura (minuta);
§ Boletim de Candidatura (minuta);
§ Fotocópia da Certidão de Licenciatura ou da certidão de disciplinas realizadas;
§ Curriculum Vitae com lista das disciplinas e respectivas unidades de Crédito;
§ Fotocópia do Bilhete de Identidade;
§ Outros documentos que considere relevantes para apreciação da candidatura.
Além dos documentos atrás indicados, algumas Direcções de Curso poderão solicitar documentos adicionais.
Prazos:
As candidaturas decorrem de 18 de Junho a 6 de Julho. Havendo vagas sobrantes, haverá abertura de uma 2.ª fase, que decorre de 27 de Agosto a 8 de Setembro.
Inscrição
INSCRIÇÃO EM MESTRADO
São necessários os seguintes documentos:
§ 2 fotografias a cores, tipo-passe;
§ Boletim de Vacinas actualizado;
§ Fotocópia do Bilhete de Identidade;
§ Fotocópia do Cartão de Contribuinte.
Nos casos em que o número de vagas não seja preenchido, decorrerá um período adicional de inscrição durante três dias úteis, contados a partir do término do prazo de inscrição no mestrado, de acordo com o seguinte processo:
§ Durante aqueles três dias úteis o Gabinete de Pós-Graduação aceita a inscrição condicional de qualquer candidato da lista de admitidos aprovada pelo Conselho Científico.
§ Decorridos os três dias úteis, as inscrições condicionais passam a definitivas, em número que não ultrapasse o número de vagas sobrantes e respeitando a seriação constante da lista aprovada pelo Conselho Científico.
Nota: Não será comunicado a qualquer candidato o resultado da seriação dos candidatos ao mestrado. A lista de seriação aprovada pelo Conselho Científico da Faculdade será afixada nas vitrines junto ao Gabinete de Pós-Graduação e divulgada na Internet junto da informação específica de cada mestrado.
Nota: A conclusão do conjunto de unidades curriculares que integram um Curso de 2ºCiclo (Mestrado) confere um diploma de “Curso de Especialização de 2ºCiclo”
Lista dos Mestrados
MESTRADOS BOLONHA 2007/2008
[››]ASTRONOMIA
[››]BIODIVERSIDADE, GENÊTICA E EVOLUÇÃO
[››]BIOLOGIA
[››]BIOLOGIA E GESTÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA
[››]BIOQUÍMICA (responsabilidade conjunta da FCUP e do ICBAS)
[››]CIÊNCIA DE COMPUTADORES
[››]CIÊNCIA E TECNOLOGIA PÓS-COLHEITA
[››]CIÊNCIAS DO CONSUMO E NUTRIÇÃO (responsabilidade conjunta da FCUP e da FCNAUP)
[››]CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DO AMBIENTE
[››]CONTAMINAÇÃO E TOXICOLOGIA AMBIENTAIS (responsabilidade conjunta da FCUP e do ICBAS)
[››]DESENVOLVIMENTO CURRICULAR PELA ASTRONOMIA
[››]ECOLOGIA, AMBIENTE E TERRITÓRIO
[››]ENGENHARIA GEOGRÁFICA
[››]ENGENHARIA MATEMÁTICA
[››]ENSINO DA BIOLOGIA E DA GEOLOGIA NO 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO
[››]ENSINO DA FÍSICA E DA QUÍMICA NO 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO
[››]ENSINO DA MATEMÁTICA NO 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO
[››]FÍSICA
[››]FÍSICA MÉDICA
[››]FISIOLOGIA MOLECULAR DAS PLANTAS (em colaboração com a U. Minho)
[››]GENÉTICA FORENSE
[››]GEOMATERIAIS E RECURSOS GEOLÓGICOS (em colaboração com U. Aveiro)
[››]INFORMÁTICA MÉDICA (da responsabilidade conjunta das Faculdades de Ciência e Medicina)
[››]MATEMÁTICA
[››]MODELAÇÃO, ANÁLISE E OPTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS
[››]MULTIMÉDIA (da responsabilidade conjunta da FCUP, FBAUP, FEP, FEUP e FLUP)
[››]QUÍMICA
[››]RECURSOS BIOLÓGICOS AQUÁTICOS
[››]SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA
[››]TECNOLOGIA, CIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR (em colaboração com a U. Minho)
[››]VITICULTURA E ENOLOGIA (responsabilidade conjunta da FCUP e do ISA-UTL) (curso não adequado a Bolonha)
Mestrado em BIOLOGIA
DIRECTOR DE CURSO: JOSÉ JOAQUIM SARAIVA PISSARRA
NUMERUS CLAUSUS: 40
VAGAS 2º FASE: 16
PROPINA: € 949.00
OBJECTIVOS E COMPETÊNCIAS
Este Mestrado está orientado para licenciados em Biologia, ou em áreas afins, que pretendam complementar a sua formação com a aquisição de competências avançadas nas novas fronteiras da Biologia. A principal característica deste Mestrado consiste na polivalência e flexibilidade da formação oferecida que permite ao estudante construir o seu perfil científico e profissional.
|
Planos de Estudos: Mestrado em BIOLOGIA
|
|
|
|
|
|
|
|
|
UNIDADES CURRICULARES
|
ÁREA
|
ANO
|
SEMESTRE
|
CRÉDITOS
|
CÓDIGO
|
OPÇÃO
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
ANO 1: Lista A
|
|
|
|
ECOLOGIA, BIODIVERSIDADE E AMBIENTE
|
B
|
|
S1
|
3
|
B423
|
s
|
|
|
Objectivo: Dotar os alunos de conceitos ecológicos necessários à abordagem de questões ambientais. Transmitir aos alunos conceitos gerais em biodiversidade.
Programa: Conceitos em Ecologia. Introdução à biodiversidade. Ecofisiologia. Parasitas: diversidade, reguladores de populações hospedeiras, biogeografia. Ecologia aplicada à resolução de problemas ambientais.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
ENGENHARIA GENÉTICA DE PLANTAS
|
B
|
|
S1
|
7
|
B403
|
s
|
|
|
Programa: Biologia Molecular da transformação de plantas pelo Agrobacterium. Sistemas de vectores utilizados para transformação de plantas.Transformação via Agrobacterium de transformação directa e conhecer as principais metodologias. Obtenção de construções para uma eficaz transferência e expressão do transgene. Métodos para avaliação da transgenia e seleccioná-los de acordo com situações concretas. Aplicações práticas da Engenharia Genética em plantas.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
LABORATÓRIO EM MICROBIOLOGIA
|
B
|
|
S1
|
7,5
|
B405
|
s
|
|
| |
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
REGULAÇÃO DA BIOENERGÉTICA
|
B
|
|
S1
|
5
|
B401
|
s
|
|
|
Programa: Conceitos fundamentais da bioenergética. Mecanismos das reacções de conservação e utilização de energia. Descrever alguns dos mecanismos de regulação da glicólise e da respiração. Explicar as vias de regulação dos processos fotossintéticos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
BIODIVERSIDADE E RECURSOS BIOLÓGICOS
|
B
|
|
S2
|
5
|
B410
|
s
|
|
|
Objectivo: Estabelecer as bases conceptuais e metodológicas para o desenvolvimento de actividades de investigação pura e aplicada em Biodiversidade.
Programa: Biodiversidade: conceitos e metodologias em domínios avançados do estudo da biodiversidade. Investigação científica contemporânea (pura e aplicada) em biodiversidade. Abordagens contemporâneas em Biologia da Conservação. Gestão e utilização sustentável de recursos biológicos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
BIOLOGIA DA FLORAÇÃO E REPRODUÇÃO SEXUADA
|
B
|
|
S2
|
5
|
B404
|
s
|
|
|
Programa: Indução da floração. Genes de floração. Desenvolvimento floral, genes de identidade meristemática, genes homeóticos florais. Mecanismos de interacção génica. Genes que regulam o desenvolvimento do óvulo. Desenvolvimento do gametófito feminino. Desenvolvimento do gametófito masculino. Interacções pólen-pistilo, fase progâmica e dupla fecundação. Genes florais e a evolução das plantas.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
ECOLOGIA APLICADA E MODELAÇÃO ECOLÓGICA
|
B
|
|
S2
|
5
|
B412
|
s
|
|
|
Objectivo: Estabelecer as bases conceptuais e metodológicas para o desenvolvimento de actividades de investigação pura e aplicada em Ecologia.
Programa: Complementos de Ecologia: conceitos e metodologias em domínios avançados da Ecologia. Investigação científica contemporânea (pura e aplicada) em Ecologia. Modelação ecológica.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
ECOLOGIA DA PAISAGEM
|
AMB
|
|
S2
|
5
|
AMB420
|
s
|
|
|
Objectivo: Dar a conhecer aos alunos os princípios orientadores e os conceitos associados à Ecologia da Paisagem. Iniciar os alunos nas temáticas relacionadas com o planeamento e o ordenamento da paisagem.
Programa: As origens da disciplina de Ecologia da Paisagem. Princípios e conceitos de base da Ecologia da Paisagem. O conceito de Paisagem. Metodologias desenvolvidas para a aplicação dos conceitos da Ecologia da Paisagem. A Ecologia da Paisagem como suporte do exercício de ordenamento do território.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
FISIOLOGIA DO STRESS
|
B
|
|
S2
|
3
|
B402
|
s
|
|
|
Programa: Terminologia usada na temática Fisiologia do Stress e identificar os factores condicionantes da resposta ao stress. Vias de produção das espécies reactivas de oxigénio e sua dualidade de função. Sistema de defesa antioxidante enzimático e não enzimático. Multiplicidade de alterações metabólicas para a tolerância a stress. Impacto do stress ambiental na produtividade das plantas e estratégias para aumentar a tolerância das plantas a certos tipos de stress.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
MICROBIOLOGIA MOLECULAR
|
B
|
|
S2
|
5
|
B416
|
s
|
|
| |
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO
|
AMB
|
|
S2
|
5
|
AMB422
|
s
|
|
|
Objectivo: Iniciar os alunos na prática do ordenamento do território. Introduzir a prática da utilização dos sistemas de informação geográfica (SIGs) aplicada ao exercício do ordenamento do território. Desenvolver a capacidade de levantar, analisar, ordenar e desenhar o espaço exterior, de acordo com critérios de optimização funcional, estética, ecológica e económica.
Programa: Ordenamento do território: fundamentos, princípios e conceitos associados. Metodologias aplicadas ao ordenamento do território. Legislação aplicável e sua evolução. Os Instrumentos de ordenamento do território. O estado e a gestão dos recursos naturais. A importância e as potencialidades dos SIGs no ordenamento do território.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
PATRIMÓNIO BIOLÓGICO DA PENÍNSULA IBÉRICA E DA EUROPA
|
B
|
|
S2
|
6
|
B420
|
s
|
|
|
Objectivo: Proporcionar aos alunos instrumentos de análise e interpretação da diversidade biológica da Península Ibérica e da Europa e dos factores que influenciam a sua distribuição.
Programa: Diversidade biológica da Península Ibérica e da Europa: espécies e ecossistemas. Padrões de distribuição geográfica e modelos biogeográficos. Conservação da diversidade biológica na Península Ibérica e da Europa – aspectos gerais.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
SINALIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
|
B
|
|
S2
|
6
|
B406
|
s
|
|
|
Programa: Diferentes fases da sinalização, tipos de receptores, localização celular, mensageiros secundários. Sinalização envolvendo hormonas, luz e açucares. Mecanismos moleculares intervenientes na coordenação dos processos que conduzem à formação de um organismo funcional. Desenvolvimento de competências laboratoriais e capacidade de seleccionar metodologias e técnicas emergentes na abordagem de um problema científico.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
PROJECTO A
|
B
|
|
S2
|
5
|
B418
|
|
|
|
Programa: Elaboração fundamentada de um projecto de investigação, o qual poderá incidir sobre o tema a desenvolver na dissertação.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
ANO 1: Lista B
|
|
|
|
ANÁLISE FILOGENÉTICA E SISTEMÁTICA
|
B
|
|
S1
|
5
|
B435
|
s
|
|
|
Programa: Introdução aos métodos de reconstrução de filogenias. Filogenia molecular. Métodos de inferência filogenética baseados em distâncias e máxima verosimelhança. Comparação entre árvores. Relógios moleculares. Sequências mitocondriais vs nucleares. Métodos “bayesianos”. Técnicas de análise e recursos informáticos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
APLICAÇÕES FORENSES NÃO-HUMANAS
|
B
|
|
S2
|
5
|
B494
|
s
|
|
|
Programa: Tipologia de situações envolvendo perícias em não-humanos. Animais/plantas domésticos. Auxiliares de identificação criminal (p.ex., animais de companhia). Causadores de ofensas corporais (p.ex., cães). Falsificação de produtos alimentares. Falsificações de identidade, de genealogias e de linhagens. Animais/plantas selvagens. Controle do uso ilegal de espécies protegidas e seus produtos. Exemplos práticos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
AQUACULTURA
|
B
|
|
S1
|
5
|
B437
|
s
|
|
|
Programa: Critérios para a selecção de espécies. Critérios para a selecção de locais em terra e no meio aquático. Sistemas de produção. Principais espécies com interesse em aquacultura. Aquacultura sustentada. Impacte da aquacultura no ambiente. Estratégias para redução do impacte.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
AQUISIÇÃO E ANÁLISE DE DADOS EM ECOLOGIA
|
B
|
|
S1
|
8
|
B421
|
s
|
|
|
Objectivo: Fornecer aos alunos uma visão integrada dos principais métodos de recolha e análise de informação em ecologia, realçando os limites e vantagens diferenciais de cada método.
Programa: O planeamento da recolha de informação ecológica: tipos de dados; fontes de informação; organização da informação. A amostragem em ecologia: métodos, limitações. A análise frequencial e a análise probabilística. A estatística descritiva. A estatística inferencial a uma e duas dimensões. A estatística multivariada: classificação numérica e ordenação em espaço reduzido. Utilização de aplicações informáticas para tratamento de dados ecológicos. SIG (sistema de informação geográfica). Espacialização e modelos. O conhecimento e o método científico. Fontes de informação em ciência (bases de dados, revistas, livros). Organização e apresentação de relatórios, teses, artigos e projectos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
BIODIVERSIDADE E ECOSSISTEMAS AQUÁTICOS
|
B
|
|
S2
|
5
|
B440
|
|
|
|
Programa: Biogeografia marinha. A região Atlântico-Mediterrânica. Diversidade a nível da zona intertidal: estuários, praias rochosas e arenosas. Factores que condicionam a distribuição dos organismos: exposição à ondulação, clima, interacções biológicas. Zonação horizontal e vertical. Diversidade a nível da zona subtidal. Diversidade nas zonas abissais e no domínio pelágico. Habitats.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
BIOTECNOLOGIA AMBIENTAL
|
B
|
|
S2
|
5
|
B478
|
s
|
|
|
Objectivo: Fornecer aos alunos as ferramentas adequadas à compreensão, análise e desenvolvimento de processos biológicos aplicados ao ambiente.
Programa: Biotecnologia ambiental – definição e aplicações. Ecologia microbiana. Cinética microbiana. Reactores bacterianos e microalgais. Biofilmes microbianos. Biodegradação e biorremediação. Tratamento de águas, águas residuais e de lamas. Valorização de efluentes, lamas e águas tratadas.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
CONSERVAÇÃO E GESTÃO DA BIODIVERSIDADE
|
B
|
|
S1
|
5
|
B439
|
s
|
|
|
Programa: Introdução e Conceitos. Identificação de prioridades e objectivos de conservação. Enquadramentos legais. Atribuição de estatutos de conservação. Espécies focais. Hotspots e áreas de endemismo. Conservação ao nível das espécies e populações. Riscos de extinção. Análise de sensibilidade. Fragmentação dos habitat e a dinâmica de metapopulações. Análises de viabilidade populacional. Conservação ao nível dos ecossistemas e paisagens. Integridade ecológica e saúde dos ecossistemas. Gestão adaptativa. Gestão de paisagens culturais.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL POR TOXINAS
|
B
|
|
S
|
5
|
B441
|
s
|
|
|
Programa: Condições ambientais favoráveis à ocorrência de toxinas. Eutrofização e ocorrência de florescências fitoplanctónicas. Consequências de florescências de bactérias, cianobactérias, algas e protozoários. Diversidade de toxinas quanto à estrutura química e efeitos fisiológicos. Intoxicações humanas por toxinas. Estabilidade e dinâmica de toxinas no ambiente aquático. Métodos de detecção e quantificação de toxinas.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
DESENHO EXPERIMENTAL
|
B
|
|
S1
|
5
|
B443
|
s
|
|
|
Programa: Elaboração de hipóteses, selecção de testes estatísticos adequados, planeamento e concepção da experiência e interpretação de resultados. O princípio hipotético-dedutivo versus a lógica indutiva. Representatividade das amostras. Análise de variância uni- factorial e multi-factorial. Pressupostos. Replicação e pseudoreplicação. Confusão entre factores. Análises assimétricas.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
DIAGNÓSTICOS DE DOENÇAS DE PEIXES
|
B
|
|
S2
|
7,5
|
B450
|
s
|
|
|
Programa: Natureza e causas de doenças. Interacções hospedeiro – parasita – meio. Fenómenos histopatológicos. Pesquisa de bactérias patogénicas de peixes e características de algumas bacterioses em peixes. Pesquisa de virus e características de algumas viroses em peixes. Caracterização e pesquisa de parasitas de peixes. Doenças micóticas, nutricionais e de etiologia mal definida.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
DINÂMICA DAS POPULAÇÕES CONTINENTAIS E ESTUARINAS
|
B
|
|
S1
|
5
|
B447
|
s
|
|
|
Programa: Biologia: ciclos de vida, hábitos alimentares e reprodução. Interacção com os ecossistemas. Influência dos impactos ambientais na dinâmica das espécies. Áreas de distribuição e áreas de pesca. Técnicas de estudo de alimentação, maturação sexual, crescimento e idade. Características gerais: Morfologia, alimentação, fisiologia e ciclos biológicos. Espécies de interesse económico.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
DINÂMICA DAS POPULAÇÕES MARINHAS E RECURSOS PESQUEIROS
|
B
|
|
S1
|
5
|
B445
|
s
|
|
|
Programa: A disciplina aborda a interacção entre os vários ecossistemas marinhos e a exploração industrial dos recursos piscícolas, aprofundando o conhecimento das metodologias de estudo e gestão sustentável da pesca. Modelos matemáticos sobre o crescimento, a selectividade das redes de arrasto e a mortalidade natural e mortalidade por pesca serão alvo de detalhada analise, com exemplos reais.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
ECOLOGIA, BIODIVERSIDADE E AMBIENTE
|
B
|
|
S1
|
3
|
B423
|
s
|
|
|
Objectivo: Dotar os alunos de conceitos ecológicos necessários à abordagem de questões ambientais. Transmitir aos alunos conceitos gerais em biodiversidade.
Programa: Conceitos em Ecologia. Introdução à biodiversidade. Ecofisiologia. Parasitas: diversidade, reguladores de populações hospedeiras, biogeografia. Ecologia aplicada à resolução de problemas ambientais.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
|
B
|
|
S2
|
7,5
|
B484
|
s
|
|
|
Programa: Princípios e métodos da Educação Ambiental. A justificação e o aparecimento do conceito e sua sustentação. Enquadramento a nível nacional, entidadesque aplicam a Educação Ambiental. Os problemas na aplicação e exemplos de implementação.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
GENÉTICA FORENSE
|
B
|
|
S1
|
5
|
B479
|
s
|
|
|
Programa: Probabilidades de parentesco. Identidade, paternidade, monozigotia, pertença a uma população. Aspectos formais, técnicos e estatísticos. Alelos nulos e mutação. Sistemas genéticos em genética forense. Escolha e validação; controle de qualidade. Bases de dados genéticos. Problemas éticos e deontológicos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
GENÉTICA POPULACIONAL E FILOGEOGRAFIA
|
B
|
|
S1
|
5
|
B457
|
s
|
|
|
Programa: Variação genética. O polimorfismo proteico e nucleotídico. O equilíbrio de Hardy- Weinberg. As medidas de diversidade genética e de distância entre populações. Deriva genética. Mutação. Tipos de mutação e seus efeitos ao nível populacional. Selecção. Tipos de selecção. Evolução molecular e a teoria neutral da evolução. Estrutura populacional. Demografia e genética. Desequilíbrio gamético e recombinação. Filogeografia. A coalescência.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
|
B
|
|
S
|
5
|
B460
|
s
|
|
|
Programa: Recursos hídricos: uso e necessidades de água. Aguas superficiais, e águas subterrâneas distribuição geográfica. Qualidade e quantidade dos recursos. Utilização dos recursos (energia, rega). Cheias, efeitos e previsões. Métodos de gestão dos recursos. Legislação.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
LABORATÓRIO DE TECNOLOGIA APLICADA AO AMBIENTE
|
B
|
|
S2
|
5
|
B486
|
s
|
|
|
Programa: Consolidação e aplicação dos conhecimentos adquiridos na disciplina de Biotecnologia Ambiental. Visitas de estudo a ETA e ETAR. Seminários teórico-práticos no âmbito da tecnologia ambiental. Elaboração de protocolos experimentais (incluindo pesquisa bibliográfica e planeamento de actividades). Montagem e execução dos projectos elaborados pelos alunos. Análise de resultados e elaboração de relatórios práticos. Apresentação e discussão dos trabalhos efectuados.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
MARCADORES MOLECULARES: CROMOSSOMA Y
|
B
|
|
S2
|
5
|
B428
|
s
|
|
|
Programa: Estrutura e organização do cromossoma Y humano. Região não-recombinante. Polimorfismos de repetição em tandem (STRs) e bialélicos (SNPs). Aspectos formais, técnicos e estatísticos. Misturas e amplificação específica. Haplótipos e identificação de linhagens; impossibilidade de identificação individual. Bases de dados internacionais. Problemas éticos e deontológicos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
MARCADORES MOLECULARES: DNA MITOCONDRIAL
|
B
|
|
S2
|
5
|
B496
|
s
|
|
|
Programa: Estrutura e organização do mtDNA humano. Região hipervariável. Polimorfismos e filogenia. Aspectos formais, técnicos e estatísticos. Haplótipos e identificação de linhagens; impossibilidade de identificação individual. Heteroplasmia. DNA antigo. Bases de dados internacionais. Problemas éticos e deontológicos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
MARCADORES MOLECULARES: PORÇÕES GENÓMICAS RECOMBINANTES
|
B
|
|
S1
|
5
|
B483
|
s
|
|
|
Programa: Estrutura e organização do cromossoma X humano. Região pseudo-autossómica. Sistemas diplódes e haplodiplóides. Aspectos formais, técnicos e estatísticos. Associação; desequilíbrio gamético (linkage disequilibrium). Utilização na identificação individual; uso particular dos marcadores específicos do cromossoma X para peritagem de parentescos. Problemas éticos e deontológicos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
MÉTODOS MOLECULARES NA ANÁLISE DA DIVERSIDADE GENÉTICA
|
B
|
|
S1
|
5
|
B461
|
s
|
|
|
Programa: Perspectiva histórica sobre o uso e desenvolvimento dos marcadores moleculares. Tipos de marcadores moleculares. Vantagens, propriedades e aplicações dos marcadores moleculares. Técnicas de análise da variação ao nível das proteínas e ácidos nucleicos. Sequenciação e clonagem de DNA. Análise dos dados. Recursos Bioinformáticos.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
MICROBIOLOGIA AQUÁTICA
|
B
|
|
S
|
|
B463
|
s
|
|
|
Programa: Principais microrganismos das águas. Vírus, bactérias, fungos, algas e protozoários. Doenças bacterianas transmitidas pela água contaminada. Análise microbiológica das águas. Princípios e fundamentos. Espécies indicadoras. Legislação relevante, e situação actual, da qualidade microbiológica da água em Portugal. Microbiologia do tratamento de águas brutas para a produção de água para consumo humano. Microbiologia do tratamento de águas residuais urbanas.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
NUTRIÇÃO DE ANIMAIS AQUÁTICOS
|
B
|
|
S1
|
5
|
|
s
|
|
|
Programa: Crescimento animal e modelos de crescimento. Anatomo-fisiologia da digestão. Digestibilidade e métodos de estimar a digestibilidade dos alimentos. Metabolismo e necessidades de nutrientes: proteínas e ácidos aminados, lípidos, hidratos de carbono, vitaminas e minerais. Energética nutricional. Formulação e fabrico de alimentos compostos. Estratégias nutricionais para controlo da poluição. Modelos de racionamento. Delineamento experimental.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
PATRIMÓNIO BIOLÓGICO DA PENÍNSULA IBÉRICA E DA EUROPA
|
B
|
|
S2
|
6
|
B420
|
s
|
|
|
Objectivo: Proporcionar aos alunos instrumentos de análise e interpretação da diversidade biológica da Península Ibérica e da Europa e dos factores que influenciam a sua distribuição.
Programa: Diversidade biológica da Península Ibérica e da Europa: espécies e ecossistemas. Padrões de distribuição geográfica e modelos biogeográficos. Conservação da diversidade biológica na Península Ibérica e da Europa – aspectos gerais.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
PLANEAMENTO E TRATAMENTO DE DADOS DE ENSAIOS DE TOXICIDADE
|
B
|
|
S
|
2,5
|
B464
|
s
|
|
|
Programa: Amostragem em Toxicologia Ambiental. Escolha do tipo de ensaio de toxicidade face ao problema a resolver. Critérios de selecção de espécies terrestres e aquáticas. Controlos e réplicas. Problemática do controlo dos ensaios in situ. Tratamento estatístico dos resultados. Critérios de validação de ensaios de toxicidade. Necessidade de transformação dos dados.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
PROJECTO B
|
B
|
|
S2
|
5
|
B418
|
|
|
|
Programa: Elaboração fundamentada de um projecto de investigação, o qual poderá incidir sobre o tema a desenvolver na dissertação.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
QUALIDADE BIOLÓGICA DA ÁGUA
|
B
|
|
S1
|
7,5
|
B471
|
s
|
|
|
Programa: Qualidade: conceito. Evolução da função qualidade nas organizações. Gestão pela qualidade. Modelo ISSO. Certificação de sistemas de gestão pela qualidade. NP EN ISO 9001:2000. II -Caracterização dos ecossistemas aquáticos .Diferentes tipos de perturbação. Eutrofização e auto depuração do meio aquático. Bioacumulação. Avaliação biológica da água. Bioindicadores. Índices bióticos. Índices tróficos. Índices de diversidade. Bio e Fitoremediação.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
SEMINÁRIO
|
B
|
|
S1/S2
|
5
|
B481/B470
|
s
|
|
|
Programa: Assistência e participação em palestras, seminários, etc; comentário crítico dos mesmos; metodologia de preparação de uma palestra; preparação e proferimemnto de palestras.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
TRATAMENTO DA ÁGUA E DE ÁGUAS RESIDUAIS
|
B
|
|
S1
|
7,5
|
B476
|
s
|
|
|
Programa: Tratamento Biológico de Águas Residuais (processos aeróbios, anóxicos e anaeróbios). Monitorização de águas residuais. Drenagem e tratamento de águas residuais urbanas: índice de cobertura em Portugal. Normas portuguesas e comunitárias relativas à descarga de águas residuais e de lixiviados de aterros sanitários. Principais impactes ambientais com particular destaque para as consequências ecotoxicológicas. Caracterização das águas residuais urbanas e elementos de base para cálculo de ETARs.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
TURISMO DE NATUREZA
|
B
|
|
S2
|
5
|
B492
|
s
|
|
|
Programa: O turismo em áreas naturais. Dicotomia entre turismo em áreas protegidas enão protegidas. A situação em Portugal. Metodologia da organização do Turismo de Natureza. Os seres vivos como alvo do turismo de natureza.Legislação. Restrições ambientais e problemas éticos. Exemplos de implementação.
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
ANO 2:
|
|
|
|
DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
|
B
|
|
A
|
60
|
|
|
|
| |
|
Notas:
No primeiro Semestre o aluno deve obter aprovação a 15 créditos em disciplinas da Lista A e 15 créditos em disciplinas da Lista B.
No segundo semestre o aluno deve obter aprovação alternativamente a:
- Disciplina de Projecto A e 10 créditos de disciplinas da Lista A mais 15 créditos de disciplinas da Lista B;
- Disciplina de Projecto B e 10 créditos de disciplinas da Lista B mais 15 créditos de disciplinas da Lista A.
|
|
Regulamento[››]
Observações:
Regime de ingresso
§ Serão admitidos para candidatura ao Mestrado em Biologia os licenciados em Biologia ou em áreas afins.
§ Serão ainda admitidos candidatos que tenham adquiridos pelo menos 180 créditos, num ciclo de formação da área da Biologia ou afim.
§ Poderão ainda ser admitidos outros licenciados, desde que o respectivo currículo demonstre uma adequada preparação científica de base.
Critérios de selecção e seriação
§ O processo de selecção e seriação dos candidatos terá em consideração o curriculum académico, o curriculum científico e a experiência profissional.
§ Os candidatos poderão ser sujeitos a entrevistas individuais para avaliar a motivação, fluência de línguas ou o nível de conhecimentos nas áreas científicas de base do curso.